Paro à tua entrada
embriagado.
Vestes outra roupa agora.
Do dia ensurdecedor, nada
(vazio perdes a tesão).
À noite choras o teu CO.
A cor da náusea e do vómito
está em ti
-ainda um susto
a percorrer-
com cheiro a merda e a humanos
[porcos]
que como animais
te mijam em graffiti
verdadeiras obras de arte

e te cagam à saída.
Do outro lado o teu irmão,
amarelo entre as sombras,
sorri frutos
e erva-doce.

Trilhos amarelos